de presente, um poema

Ele é assim que nem mamão com mel.
Daqueles que ele corta picadinho de manhã desde que a gente se entende por gente.
Pão-de-sal molhado no café.
Ele sabe de verdade o que a gente quer.

Ele quando abraça, abraça apertado
E quando beija, é com o coração.
É daqueles que cuida da cria: “estão com fome? já tomaram banho?
Cadê seu chinelo? Olha esse pezão no chão!”
Ele é o nosso herói, o nosso exemplo de dignidade.
E toda vez que penso nele
Meu coração só faz sentir saudade.
O amor que ele sente transborda, o amor que ele demonstra atrai
E eu sei que tenho mesmo é muita sorte na vida
Por poder chamá-lo de Pai.